O coordenador da APLB-Itabela, Professor Valtim Rodrigues Lima, disse em assembleia que aconteceu na manhã da última sexta-feira (14) que o prefeito de Itabela, Luciano Francisqueto (PRB) o ameaçou. Valtim disse que fará um Boletim de Ocorrência (B.O) na Delegacia da Polícia Federal em Porto Seguro e que anexará a denúncia ao processo já existente no MPF (Ministério Público Federal).

 

Não tenho inimigos e o que acontecer comigo é culpa dele”, disse o Coordenador.

De acordo com o professor a ameaça teria ocorrido em uma reunião no Gabinete do Prefeito no início deste mês.

ENTENDA O CASO

​​​Por (clic101)​

A situação começa com denúncias deflagradas pela APLB em relação a “pedaladas” cometidas pelo gestor municipal Luciano Francisqueto utilizando os recursos do precatório do Fundef. Segundo Valtim, as denúncias foram feitas ao Ministério Público Estadual, à Câmara de Vereadores - com pedido de cassação de mandato do prefeito, e ao Ministério Público Federal. Das três entidades que receberam a denúncia, o Ministério Público Federal foi quem teria intimado o prefeito, segundo Valtim.

Em posse da intimação e tomando conhecimento sobre a denúncia, o prefeito teria ligado para o diretor da APLB e o chamado ao seu Gabinete para conversar, e o conteúdo da conversa quem conta é o dirigente da APLB Valtim no vídeo abaixo, gravado nesta manhã. Segundo Valtim, além dele também estavam na reunião o tesoureiro da APLB - Ubiratan Herculano e a secretária Leonina, e do lado do gestor estavam o próprio prefeito Luciano e o secretário Luzival Queiroz.

Em outros momentos que não aparecem no vídeo Valtim falou que teria havido até tapa na mesa. O Tesoureiro Ubiratan disse que o coordenador contou a história até mais suave de como teria ocorrido a conversa, afirmando que foi um tanto mais intensa.

Com relação ao registro de Boletim de Ocorrência (BO) na Delegacia da Polícia Federal em Porto Seguro, Valtim disse que por alguns motivos de empecilho de suas testemunhas ainda não aconteceu, mas que o registro será feito e juntado ao processo no Ministério Público Federal.





VEJA MAIS