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Maxuel Fernandes é condenado a 24 anos de prisão pela morte de Biro Biro

Vejam como foi o desfecho final do caso de homicídio contra Antônio Paulo Deió (60 anos na época) conhecido popularmente por Biro Biro.

1 01UTC dezembro 01UTC 2017 Às 11:00

maxuel santana itabela

Maxuel Fernandes Santana (23) foi condenado a 24 anos de prisão pela morte do senhor Biro Biro | Foto: Via WhatsApp

O Júri Popular condenou nesta quinta-feira (30) o réu Maxuel Fernandes Santana, de 23 anos, a 24 anos de prisão por envolvimento direto na morte do agenciador de cargas, pai de família Antônio Paulo Deió conhecido por “Biro Biro”. O júri teve inicio na manhã e só chegou ao fim por volta das 18h do mesmo dia.

O julgamento que ocorreu no Tribunal do Júri do Fórum local foi intenso e de grandes emoções para os familiares da vítima, tendo em vista a comoção social envolvendo o caso. A morte chocou toda população da cidade de Itabela/BA, deixando todos os moradores revoltados.

Maxuel Fernandes Santana (23) que estava sendo acusado de homicídio contra o Biro Biro, foi considerado culpado pelo júri.

No julgamento estavam presentes o Excelentíssimo Senhor Dr. Juiz de Direito Heitor Awi Machado de Attayde, o promotor de Justiça Dr. Helber Luiz Batista, o advogado de defesa Dr Antônio Apóstolo da Lima, as testemunhas tendo apresentado cada uma seus devidos depoimentos além de ouvirem também o depoimento do acusado do crime em questão.

O MP agiu de forma a defender a justiça e cumprir a lei imparcialmente não privilegiando interesses pessoais da família da vítima ou do acusado. A defesa contudo foi árdua, requerendo a necessidade maior de provas cabais que na sua análise houve a precariedade.

O crime foi cometido em maio de 2013, no auto posto de combustível Pau Brasil, localizado no Centro de Itabela.

O acusado no mesmo ano foi preso por tráfico de drogas e julgado também nesta quita-feira (30).

O desfecho deste caso se resta concluso como sendo o acusado sentenciado a 24 anos em reclusão sob o regime fechado, de acordo com o Código Penal em seu art. 121, § 2° inciso III e § 4°, que diz respeito ao homicídio qualificado tendo como qualificadoras do presente caso, o motivo torpe, mediante paga, a queima roupa sem chance de defesa, resultando em aumento da pena.

Por fim, fica salientado que o réu fora culpado, tendo a sociedade satisfeita realizando a justiça do caso em questão .

DA REDAÇÃO: Por Bianca Marinho

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